Sou um diário já rasgado,rasgado pelo vento,
cansado da esperade olhos que pudessem me ler.
Sou como uma pista de pouso desativada,
não espero mas nenhum avião,
eles tomaram outra rota,
decidiram se mudar...
Sou uma sereia livre,
nadando, de um canto a outro,
nesse vasto e ininterrupto mar,
passando por entre velhas embarcações
(Thaís Moura)




