Amor eu usei de forma até forte, mas digamos um gostar, uma paixonite, enfim... porque nos enganar com algo que não é verdade, com algo relâmpago, com algo que sequer soa verdadeiro?
Algumas pessoas insistem em dizer que eu vivo na defensiva, que não me permito... permitir me enganar eu não vou mesmo!!
Permitir que eu seja apenas uma muleta, um step... só mais uma? Não dá, comigo não.
Ultimamente eu ando sentindo as pessoas tão carentes, mas algumas não assumem e as que assumem, abusam.
No meu mundo, ou na minha cabeça mesmo (risos), não cabe essa coisa de morrer de "love" por uma pessoa e, ao não ser correspondido, fingir que nada aconteceu e sair por aí na base do "ai, se eu te pego!". Tudo bem, alguns superam rápido, mas não tão rápido assim.
Eu acredito que, primeiramente, devo respeitar a mim, ao que sinto, as minhas dores, os meus momentos de dor de cotovelo, os meus dramas...
da mesma maneira que eu não quero ser apoio de ninguém, não quero fazer de alguém o meu apoio, minha mola, nada!
Acredito que o respeito que resolvemos nos dar é fundamental, um tipo de promessa que não pode ser quebrada.
Quando passamos boa parte de nossas vidas apenas pensando nele(a), desejando a ele(a), amando sem ser amado(a), inevitavelmente, um dia, a ficha cai e você percebe que não há nada de errado em pensar em você, desejar você, amar você e ser retribuído... Nesse caso, não há nada de errado em "por a carroça na frente dos bois".
(Thaís Moura)





