domingo, 25 de novembro de 2012

E o homem está morrendo sem amor, porque, assim como o corpo precisa de comida, 
a alma precisa de amor — é uma necessidade. Mas a comida você pode produzir, 
pode criar, pode cultivar. Com o amor, você tem de aprender uma técnica totalmente nova: 
a técnica de estar relaxado, aberto, disponível.
(...)

É arriscado, é perigoso estar aberto, vulnerável, pois nunca se sabe o que pode acontecer. 
Por isso, as pessoas permanecem fechadas. Fechadas, elas se sentem seguras.

A segurança está lá, mas a vida desaparece. Elas estão mortas mesmo enquanto vivas. 
Estão quase na cova — seguras, protegidas, sem medo, com tudo garantido. 
Mas, se não há vida, para que servem todas essas garantias?
(Osho)


Que levante a mão aqueles 
que ADORAM amar sozinhos.
Alguém?
Agora, que levante a mão aqueles acham 
A MAIOR GRAÇA em cultivar amor para dois.
Mais alguém? Você?
Bom... agora levante a mão quem é está 
100% livre de amarras, relaxado, aberto, 
sem medo, já que as experiências anteriores 
foram uma MARAVILHA.
Falar o que se deve fazer, como agir, 
como seguir, é moleza!!
Quero ver por em prática 
com a tamanha facilidade com que se lê. 
Onde muitos não veem vida por estar preso
alguns podem encontrar ali a liberdade 
de quem muito bateu asas sem voar.
#compreender que nem todos são iguais. Passe adiante#
(Thaís Moura)

 

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

 
 
Às vezes penso, ou sempre penso, que a minha vida será 
um eterno encontro e desencontro, 
um vai e vem de sentimentos, de pessoas, de momentos... 
Claro que a vida de todos é assim. 
Nem todos chegam, ficam. Nem todos que vão, voltam. 
Nem todos de quem lembramos é porque deixou algo bom.
Mas sempre tem aquela pessoa, aquele ser, 
aquela criatura... ahhhh criatura!! 
Que te faz perder o sono, ou ao contrário, te faz dormir bem.
Povoa seus sonhos, seu imaginário, sua esperança já falecida 
(ou adormecida profundamente), povoa seus desejos, 
sua vontade de ter, de querer, querer sentir, 
de ser um momento de alegria num fim de tarde cansativo...
Eu, nessa ilha dentro de mim, já não sei o que sentir ou o que desejar. 
Quando sinto, não tenho. Quando desejo, também não tenho.
Falta aquela reciprocidade. Falta a pessoa saber. 
Mas como saberia se eu não falo? 
A gente, bem lá no fundo, gostaria de que todos aqueles 
por quem nutrimos algum sentimento, fossem videntes, 
leitores da mente ou sei lá o que. 
Mas bem que a gente também poderia ser mais "escandaloso" 
e dar mais sinais do que a gente quer. 
A pessoa que procuramos, seja ela quem for, 
um amigo, um irmão emprestado, um amor, 
pode estar do nosso lado, mas a gente não se permite... 
O receio não deixa.
 
(Thaís Moura)

sexta-feira, 9 de novembro de 2012


Do nada, por nada, ou por tudo,
sinto necessidade de "voar".
Sair de cena,  sair dos palcos,
sair... sei lá pra onde.

Necessidade de sair e gritar,
explodir, me revoltar.
Necessidade de me sentir livre
embora eu quisesse estar presa.

Presa em algo, que alguém me prenda.
Prenda de forma útil,
que eu não me sinta inútil,
que eu me sinta... eu.

Eu, que tanto sinto,
que tanto tenho a compartilhar,
a dividir, mas já não tenho a dar.

Dar remete, ao meu ver
a sensação de "toma, faça o que quiser".
Dar é doar, doar é não se importar
para quem está doando
o que de mais importante você tem.

Receber é sempre bom,
receber carinho, receber afeto,
reciprocidade!

Reciprocidade é igualdade,
é equilíbrio, é um espelho,
só reflete aquilo que você compartilhou,
nem mais, nem menos.

Menos... me sinto menor,
com o coração pequeno,
e nem sei como cabe tanta coisa nele.

Coisas... que eu não deveria sentir,
que eu não deveria insistir,
mas são coisas que alguém,
em algum lugar,
ensinou que faz parte, é uma necessidade...

(Thaís Moura)