sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Pense Bem



Não mude porque alguém disse que você deve mudar,
mude porque dentro de você, pense bem,
a sua voz interior clama por isso.

Não deixe um lugar porque alguém disse 
"fará mal a você como fez a mim",
você não é igual a ela, ela não é igual a você.
Pense bem, o mal que a ela sentiu 
pode ter sido provocado  por conta própria 
e você estará perdendo a chance
de talvez conhecer o maior bem já sentido em sua vida.

Não se afaste e busque consolo, apoio, 
em apenas uma pessoa.
Pense bem, essa pessoa não é um todo, 
não é todo mundo,
não carrega todas as experiências 
que uma pessoa pode ter.
Se afaste e procure apoio dentro de si mesmo, 
não há força maior que a sua.

Não se esqueça dos seus amigos 
e não faça questão de se lembrar apenas de um.
Pense bem, esse "um", assim como qualquer outra pessoa, 
um dia não mais existirá, e para onde você iria correr
depois de deixar fechada tantas portas?

Aprenda a conhecer pessoas, 
conhecer experiências,
conviver com as diferenças. 
Pela lógica, procuramos o que nos é semelhante,
mas pense bem...é no diferente que se encontram 
as melhores respostas.

(Thaís Moura)

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Aprovação



Será mesmo que não precisamos da aprovação de ninguém?
Será mesmo que isso se aplica na prática? Vejamos:
Quando somos crianças, precisamos da aprovação dos pais 
para que possamos fazer algo,
como ir na casa de um amigo para brincar. 
Precisamos da autorização deles para irmos a certos lugares
(pelo menos na minha época era assim rs).
Precisamos de uma aprovação na escola para "pularmos" para outra série, 
ou período, se for numa faculdade. Aprovação num concurso 
para ter aquele trabalho que você tanto quer. 
Quem nunca quis uma aprovação dessa de alguém? 
Embora essa e a aprovação na escola, faculdade, 
depende unica e exclusivamente de nós, se estudamos teremos aprovação.

Aprovação para ir ao cinema? Não, não precisamos, 
mas vamos precisar de uma aprovação  caso queiramos ir ao cinema de lingerie ou cueca (tá, viajei, mas deu pra entender rs).
Eu posso muito bem decidir não mais trabalhar, 
chega dessa vida de trabalhador assalariado!!!
Preciso de aprovação para isso? Não! 
Cada um que decida ser trabalhador, produtivo ou vagabundo rs.
Porém, não terá aprovação para comprar em lugar nenhum, 
já vou avisando caso decida fazer isso.

Não adianta querermos bancar os imponentes, 
os "não preciso de ninguém". 
Não precisamos até certo ponto porque um dia, inevitavelmente, 
vamos dar de cara com bairreiras sociais e até mesmo morais onde, 
querendo ou não,  dependeremos de aprovação.
Você deve fazer com que acreditem em você, sim. 
Você deve parecer o mais confiável, sim.
Se a sua necessidade ou seu querer é ter pessoas por perto, 
só conseguirá isso se não despertar o mínimo de dúvida sequer. 
Pessoas que doam confiança querem pessoas confiáveis, 
embora não vejo mal nenhum em desconfiar um pouco das pessoas, 
dou a isso o nome de CUIDAR DE SI MESMO, 
pois não vejo graça na confiança às cegas. 


(Thaís Moura)

domingo, 25 de novembro de 2012

E o homem está morrendo sem amor, porque, assim como o corpo precisa de comida, 
a alma precisa de amor — é uma necessidade. Mas a comida você pode produzir, 
pode criar, pode cultivar. Com o amor, você tem de aprender uma técnica totalmente nova: 
a técnica de estar relaxado, aberto, disponível.
(...)

É arriscado, é perigoso estar aberto, vulnerável, pois nunca se sabe o que pode acontecer. 
Por isso, as pessoas permanecem fechadas. Fechadas, elas se sentem seguras.

A segurança está lá, mas a vida desaparece. Elas estão mortas mesmo enquanto vivas. 
Estão quase na cova — seguras, protegidas, sem medo, com tudo garantido. 
Mas, se não há vida, para que servem todas essas garantias?
(Osho)


Que levante a mão aqueles 
que ADORAM amar sozinhos.
Alguém?
Agora, que levante a mão aqueles acham 
A MAIOR GRAÇA em cultivar amor para dois.
Mais alguém? Você?
Bom... agora levante a mão quem é está 
100% livre de amarras, relaxado, aberto, 
sem medo, já que as experiências anteriores 
foram uma MARAVILHA.
Falar o que se deve fazer, como agir, 
como seguir, é moleza!!
Quero ver por em prática 
com a tamanha facilidade com que se lê. 
Onde muitos não veem vida por estar preso
alguns podem encontrar ali a liberdade 
de quem muito bateu asas sem voar.
#compreender que nem todos são iguais. Passe adiante#
(Thaís Moura)

 

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

 
 
Às vezes penso, ou sempre penso, que a minha vida será 
um eterno encontro e desencontro, 
um vai e vem de sentimentos, de pessoas, de momentos... 
Claro que a vida de todos é assim. 
Nem todos chegam, ficam. Nem todos que vão, voltam. 
Nem todos de quem lembramos é porque deixou algo bom.
Mas sempre tem aquela pessoa, aquele ser, 
aquela criatura... ahhhh criatura!! 
Que te faz perder o sono, ou ao contrário, te faz dormir bem.
Povoa seus sonhos, seu imaginário, sua esperança já falecida 
(ou adormecida profundamente), povoa seus desejos, 
sua vontade de ter, de querer, querer sentir, 
de ser um momento de alegria num fim de tarde cansativo...
Eu, nessa ilha dentro de mim, já não sei o que sentir ou o que desejar. 
Quando sinto, não tenho. Quando desejo, também não tenho.
Falta aquela reciprocidade. Falta a pessoa saber. 
Mas como saberia se eu não falo? 
A gente, bem lá no fundo, gostaria de que todos aqueles 
por quem nutrimos algum sentimento, fossem videntes, 
leitores da mente ou sei lá o que. 
Mas bem que a gente também poderia ser mais "escandaloso" 
e dar mais sinais do que a gente quer. 
A pessoa que procuramos, seja ela quem for, 
um amigo, um irmão emprestado, um amor, 
pode estar do nosso lado, mas a gente não se permite... 
O receio não deixa.
 
(Thaís Moura)

sexta-feira, 9 de novembro de 2012


Do nada, por nada, ou por tudo,
sinto necessidade de "voar".
Sair de cena,  sair dos palcos,
sair... sei lá pra onde.

Necessidade de sair e gritar,
explodir, me revoltar.
Necessidade de me sentir livre
embora eu quisesse estar presa.

Presa em algo, que alguém me prenda.
Prenda de forma útil,
que eu não me sinta inútil,
que eu me sinta... eu.

Eu, que tanto sinto,
que tanto tenho a compartilhar,
a dividir, mas já não tenho a dar.

Dar remete, ao meu ver
a sensação de "toma, faça o que quiser".
Dar é doar, doar é não se importar
para quem está doando
o que de mais importante você tem.

Receber é sempre bom,
receber carinho, receber afeto,
reciprocidade!

Reciprocidade é igualdade,
é equilíbrio, é um espelho,
só reflete aquilo que você compartilhou,
nem mais, nem menos.

Menos... me sinto menor,
com o coração pequeno,
e nem sei como cabe tanta coisa nele.

Coisas... que eu não deveria sentir,
que eu não deveria insistir,
mas são coisas que alguém,
em algum lugar,
ensinou que faz parte, é uma necessidade...

(Thaís Moura)

 

domingo, 14 de outubro de 2012

"Está faltando conteúdo!"



Comecei a me perguntar: 
Falta mesmo, mas será que ainda existe 
alguém que queira isso?
Vivemos numa sociedade onde, 
se você não tem um rostinho bonito,
um corpinho "seduzente", ah meu amigo... 
você não serve para praticamente NADA!
Eu disse nada? Me enganei.
Para algo você vai servir. 
Servirá para ser motivo de piada sem graça 
nas rodas de amigos que talvez você nem conheça.

Seria hipocrisia de minha parte 
se eu disse que não gosto de admirar
uma pessoa bonita por fora, 
mas isso não que dizer que faço disso uma prioridade 
ou que os não bonitos por fora são merecedores
de piadinhas sem noção!

Que direito uma pessoa acha que tem 
para apontar o dedo e dizer
"Você é feio!", "Tem uma cara estranha!", 
"Tu é gordo 'pacas'!"?

Por mais amor próprio que tenha a pessoa 
eu penso que o mesmo não deve afetar  o cérebro 
de quem disfere tal grosseria e desrespeitar o outro.

Está faltando conteúdo... 
e também está faltando muita gente
começar a olhar para o próprio umbigo!

(Thaís Moura)

terça-feira, 25 de setembro de 2012

 
Por muitas vezes ao dia, respiro fundo
e fecho os olhos para não deixo uma lágrima cair.
Por muitas vezes eu devo ser forte
e fingir que nada machuca.
Dia após dia, viver, sobreviver,
como se tudo que me cerca
estivesse as mil maravilhas,
como se tudo fizesse de mim uma pessoa feliz.
 
Felicidade... afinal de contas, o que é isso?
Onde encontro? Existe mesmo?
Felicidade deve ser utopia
ou uma espécie de placebo 
que nem de longe me engana,
não faz efeito na minha mente.
 
Quisera eu ser uma otimista cega,
me contentar com pouco e crer que,
aquele resquício de sentimento vindo de tão longe
seria a solução de tudo, para tudo.
Pára tudo!!
 
Processos desnecessários da vida
me fizeram um ser azedo,
quase amargo, um ser tolerável,
alguém comum demais.
Não sinto vida em mim,
não vejo vida em quase nada,
não espero muita coisa,
não confio e nem acredito mais.
 
Por muitas vezes ao dia, a noite, a qualquer hora,
eu fecho meus olhos, respiro fundo,
e sinto uma imensa vontade
de nunca ter estado aqui.
 
(Thaís Moura)