quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012


Lua.
Estranhamente me enche,
e ao mesmo tempo me esvazia.

(Thaís Moura)

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012


Faz
Desfaz
Refaz
Diz
Contradiz
Sem mais.

Anda
Corre
Para
Começa
Respira,
Continua
Desiste.

Recomeça
Caminha
Observa
Admira
Se encanta.
Simples!

Ama 
Se apaixona
Gosta
Desgosta.

Vive!!

(Thaís Moura)






Por qué no te callas?


As palavras falam o que, 
na maioria das vezes, o coração grita.
Estranho é o coração gritar apenas 
quando se está vivendo
o que você joga e no mesmo instante, reflete: 
reciprocidade!
Porque é admirável o que fala de amor 
mas penoso o que fala da sua dor?
Se o coração dele grita dores, 
apenas dor sairá
e cabe a quem lê ou ouve, 
respeitar.
Não estranhe se alguém, 
do quase nada, calar as palavras que diz.
Talvez ele não ache tão necessário 
"dividir" algo tão pesado,
para quem apenas só tem ouvidos 
para um recém saído do fundo do poço!

(Thaís Moura)

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012


Fico observando e me pergunto: porque às vezes cobrimos um amor com outro?
Amor eu usei de forma até forte, mas digamos um gostar, uma paixonite, enfim... porque nos enganar com algo que não é verdade, com algo relâmpago, com algo que sequer soa verdadeiro?
Algumas pessoas insistem em dizer que eu vivo na defensiva, que não me permito...  permitir me enganar eu não vou mesmo!! 
Permitir que eu seja apenas uma muleta, um step... só mais uma? Não dá, comigo não. 
Ultimamente eu ando sentindo as pessoas tão carentes, mas algumas não assumem e as que assumem, abusam. 
No meu mundo, ou na minha cabeça mesmo (risos), não cabe essa coisa de morrer de "love" por uma pessoa e, ao não ser correspondido, fingir que nada aconteceu e sair por aí na base do "ai, se eu te pego!". Tudo bem, alguns superam rápido, mas não tão rápido assim.
Eu acredito que, primeiramente, devo respeitar a mim, ao que sinto, as minhas dores, os meus momentos de dor de cotovelo, os meus dramas...
da mesma maneira que eu não quero ser apoio de ninguém, não quero fazer de alguém o meu apoio, minha mola, nada!
Acredito que o respeito que resolvemos nos dar é fundamental, um tipo de promessa que não pode ser quebrada.


Quando passamos boa parte de nossas vidas apenas pensando nele(a), desejando a ele(a), amando sem ser amado(a), inevitavelmente, um dia, a ficha cai e você percebe que não há nada de errado em pensar em você, desejar você, amar você e ser retribuído... Nesse caso, não há nada de errado em "por a carroça na frente dos bois".


(Thaís Moura)

terça-feira, 24 de janeiro de 2012


Ele veio em forma de sonho, 
de algo que acalmava,
veio em forma de olhares que tudo diziam, 
de sorrisos de canto de boca,
de momentos onde os olhos desviavam.
Ele veio num sonho que parecia realidade, 
que faz a gente acordar feliz.
Veio sorridente, forte, simples,
"mal vestido", "largado", 
lindo, de camiseta,
braços de fora,
 tatuado!

(Thaís Moura)

domingo, 22 de janeiro de 2012

Inevitável:
Um dia cansamos das baladas, dos casos e rolos sem sentimentos intensos e começamos a apreciar a nossa própria companhia.
Um dia decidimos que queremos um amor verdadeiro, mesmo que não dure para sempre, mas que pelo menos traga um aroma e sabor às nossas manhãs, tardes e noites... Um amor, uma bela companhia que saiba e queira olhar a Lua de ponto nunca visto.
Um dia decidimos que queremos exibir nossos dons culinários e conhecimentos sobre vinhos apenas para essa pessoa especial. Decidimos também que, o que mais desejamos no momento é reconhecer essa pessoa pelo cheiro, perfume, pelo som do seu caminhar e até mesmo pelo seu silêncio.

Um dia decidimos que esses domingos sem graça poderiam ser melhores na companhia desse alguém. Decidimos que queremos viver uma paixão ora tranquila, ora turbulenta, mas sempre com esse alguém.
Um dia sentimos a falta que nos faz ter alguém para quem voltar depois de um dia cansativo ou não, tanto faz, só precisamos voltar para alguém.
Um dia sentimos vontade de deitar no tapete da sala e ficar olhando para essa pessoa, meio que admirando sua postura ao ler um livro ou até mesmo o jeito engraçado de ver como ele fica com raiva ao assistir seu time jogar.
Um dia decidimos que uma das nossas maiores vontades é deitar na cama e ficar a espera desse alguém sair do banho, todo perfumado e se posicionar do outro lado da cama, abraçando... Se perder em abraços.

Um dia decidimos que a guerra de travesseiros não é algo apenas a se fazer quando criança ou com nossos filhos.  É algo para se fazer com quem amamos, com esse alguém que nos falta.
Um dia desejamos um único super poder. Um poder que nenhum dos super heróis mais poderosos tem. Desejamos o poder de amar sem medo, sem receio, o poder da reciprocidade, da divisão. O poder de ser amado e amar sem que isso se acabe no dia seguinte.

Um dia decidimos que somos capazes de fazer alguém feliz, de sermos felizes.
E muito felizes!

(Pequena adaptação de Thaís Moura e
Texto original de Marcelo Menezes)

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012



Mesmo que sofra, mesmo que não seja fácil,
Coloquei na minha mente que vou seguir a vida da seguinte forma:

1- Posso até me apaixonar, mas sozinha eu não entro nessa;
2- Choro sempre que me der vontade;
3- Digo o que penso, depois de muito pensar;
4- Não me importar se me veem como pessimista, 
se eu me acho realista é o que conta;
5- Não aguentam ouvir meu ponto de vista? Simples, não me peça para emitir opinião;
6- Em primeiro lugar começar a pensar em mim, em segundo lugar também e em terceiro tambémmm;
7- Ser egoísta. Afinal de contas, o mundo inteiro é egoísta comigo, porque não posso, vez ou outra, ser também?;
8- Não esperar nada de ninguém, “prefiro seguir sozinha, dá mais certo!”;
9- Fazer o que gosto, como gosto e com quem eu gosto;
10- Mesmo ficando magoada com o que as pessoas dizem, sempre seguir em frente, “o que eles dizem são apenas o que eles dizem”.

(Thaís Moura)